O Alicerce de uma idéia

Construir em cima de uma idéia é como construir um prédio. Você tem que começar pela base identificando sua premissa principal. Quando você tem uma base sólida é mais fácil construir sobre ela. As ideias e premissas posteriores, que estarão nos andares de cima, surgirão com naturalidade e se desenvolverão rapidamente.

Mas não saber qual é a premissa principal é como mexer na base o tempo todo depois de alguns andares já terem sido construídos. Quando você faz isso, inevitavelmente, você abala as estruturas. Pode até ser que você consiga concluir o que está construindo, mas não demora muito a ruir.

4 Comentários to “O Alicerce de uma idéia”

  1. Igor Musardo disse:

    E ai meu caro Beck, esse post é muito interessante, embora eu não goste da comparação de dev de software com construção civil. :D

    Para complementar o post, recomendo a todos assistir esse vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=6qJdzWeDPGE

  2. Beck Novaes disse:

    Fala Igor.

    Eu já havia visto o vídeo do Simon Sinek que o Luciano Palma menciona. É realmente muito bom.

    Sobre a analogia com construção civil, nem me refiro a Software especificamente, mas às idéias em qualquer ramo.

    A analogia existe para facilitar a compreensão. Mas há um risco aqui: as pessoas precisam extrair dela apenas os elementos relevantes ao entendimento. Ao abstrair os elementos errados ou deixar de abstrair outros, a analogia passa a jogar contra a compreensão. Mas este é um risco que eu gosto de correr.

    []‘s
    Beck Novaes

  3. Marcos Arruda disse:

    É esse o TED: http://www.ted.com/talks/simon_sinek_how_great_leaders_inspire_action.html

    “It´s not what you do it, it´s why you do it”.

  4. Luciano Palma disse:

    Beck, concordo totalmente com sua analogia.
    No ambiente corporativo, vivenciei muita gente contruindo castelos sem bases sólidas, e o fim da história é sempre o mesmo: ruína.
    Infelizmente, muitas vezes a ruína é do castelo e não de quem construiu, pois a exemplo da monocultura de algum tempo atrás no nosso país, há muitos “espertinhos” que criam o “castelo sem base”, tiram proveito enquanto ele não desaba e depois partem para outro castelo, deixando a destruição para trás. É o culto ao curtíssimo prazo.
    Bom para os “malandrinhos”, mas péssimo para as empresas ou para quem se importa com elas.

    Igor, fico muito contente por você ter lembrado e citado o vídeo! Valeu, a vamos continuar passando essa mensagem adiante. Quem sabe um dia não teremos empresas (e nosso país) livre de “malandrinhos”…

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