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	<title>BeckLog: Beck Novaes&#039; Web Log &#187; Pensamento</title>
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	<description>Blog pessoal do Beck Novaes</description>
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		<title>Nada se cria, tudo se copia</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Oct 2011 11:00:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pensamento]]></category>

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		<description><![CDATA[Sempre que vemos coisas de sucesso temos a tendência de focar num ponto e julgar que é apenas aquilo o motivo do resultado. Por isso dizemos &#8220;Nossa, que ideia excelente!&#8221; ou &#8220;Nossa, isto foi muito bem feito!&#8221;. Ou seja, temos a tendência a sobrevalorizar ideia e execução de maneira isolada quando na verdade uma não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sempre que vemos coisas de sucesso temos a tendência de focar num ponto e julgar que é apenas aquilo o motivo do resultado. Por isso dizemos &#8220;Nossa, que ideia excelente!&#8221; ou &#8220;Nossa, isto foi muito bem feito!&#8221;. Ou seja, temos a tendência a sobrevalorizar ideia e execução de maneira isolada quando na verdade uma não é nada sem a outra. Uma ideia sem execução é um espirito solitário e a execução sem uma boa ideia não tem alma, é vazia! </p>
<p>Justamente pelo fato de atribuir o sucesso só à ideia é que muitas pessoas acham que as boas ideias são para poucos privilegiados. Eu não penso desta forma, pois acredito que no momento muita gente tem uma boa ideia (potencial) guardada na gaveta esperando sabe lá o que para ser executada. </p>
<p>Roubar uma ideia não é a mesma coisa que copiá-la. O primeiro caso pode exigir um grande esforço para aprimorar, já o segundo é apenas um trabalho &#8220;braçal&#8221;. E embora a palavra cópia sempre tenha sentido pejorativo, creio que a famosa frase &#8220;Nada se cria tudo se copia&#8221; é colocada em prática no nosso dia-a-dia mais do que podemos imaginar. </p>
<p><iframe width="500" height="369" src="http://www.youtube.com/embed/gDJkbsfT55w" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Quem rouba uma ideia executa de maneira diferente, ou até mesmo, pega a essência e adiciona novos elementos que fazem brilhar o seu real potencial. E por que eu não acho isso ruim? Porque, como disse no início, não acredito que a chave do sucesso é só uma boa ideia ou só uma boa execução. Muitos têm boas idéias, poucos executam. Poucos executam, quase ninguém com excelência. </p>
<p>Por outro lado, quem só copia as ideias não tem a capacidade de melhorar absolutamente nada. O foco da mudança de quem copia ideias é &#8220;maquiar&#8221; durante a execução só para não parecer tão descarado. O problema deste tipo de cópia é que ela não adiciona aprimoramento algum, não contribui com a evolução e por estar preocupado só em maquiar a idéia original muitas vezes se chega a um resultado inferior. </p>
<p>Quando falo de roubar ideias não me refiro apenas a você &#8220;falar algo&#8221; e alguém executar. De fato, você pode ter tido a ideia e executado de algum modo. Mas se alguém executar de outra forma e adicionar novos elementos que levou a um resultado superior eu diria que sua ideia foi roubada e não copiada. <strong>O que caracteriza o plágio é a cópia maquiada da execução e não a execução aprimorada da ideia.</strong></p>
<p>Quem trabalha e gosta de tecnologia sabe que existem inúmeras histórias sobre &#8220;cópias&#8221; e &#8220;roubos&#8221; de ideias. Sob o meu ponto de vista ainda desprezo o primeiro, mas quem é capaz de fazer coisas melhores tem a minha admiração por aprimorar e o que antes era só uma boa ideia.</p>
<p>&#8220;Good artists copy, great artists steal.&#8221; &#8211; Pablo Picasso (Sim, esta frase é do Pablo Picasso e não do Steve Jobs)</p>
<p><iframe width="500" height="369" src="http://www.youtube.com/embed/CW0DUg63lqU" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>O Tablet da Amazon aposta no conteúdo</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Sep 2011 18:36:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Pensamento]]></category>
		<category><![CDATA[UX]]></category>

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		<description><![CDATA[Ufa, demorou mas parece que agora vai. Para usar a frase do meu amigo de trabalho Nelson: &#8220;o Kindle Fire é o killer dos iPad Killers&#8220;. Pois se ainda é cedo para dizer se ele é capaz de fazer frente ao iPad, creio que já podemos falar que é de longe o melhor concorrente que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ufa, demorou mas parece que agora vai. Para usar a frase do meu amigo de trabalho <a href="https://twitter.com/#!/nvasconcelos_">Nelson</a>: &#8220;<a href="https://twitter.com/#!/nvasconcelos_/status/119101218013458432">o Kindle Fire é o killer dos iPad Killers</a>&#8220;. Pois se ainda é cedo para dizer se ele é capaz de fazer frente ao iPad, creio que já podemos falar que é de longe o melhor concorrente que a Apple já teve. Se você pode comprar um iPad ou um Kindle Fire, para que você vai comprar outro? Só não me diga que é para ter uma câmera de 12827 mega-pixels!</p>
<p><img src="http://static.guim.co.uk/sys-images/Technology/Pix/pictures/2011/9/28/1317221441136/Kindle-Fire-007.jpg" alt="Kindle Fire" /></p>
<p>O que me chama a atenção no tablet da Amazon é que finalmente alguém não focou nas especificações de Hardware como os únicos diferenciais. Sei que como &#8220;técnicos&#8221; muita gente gosta de encher a boca pra falar que tem um device com Dual Core, ou uma câmera de 12827 mega-pixels (a proposito, acho ridículo quando vejo alguém num evento ou ponto turistico qualquer tirando foto com um iPad). Mas para o usuário &#8220;comum&#8221; este jargão pouco importa. O que importa mesmo são aquelas duas palavrinhas que, infelizmente, já virou modinha: Experiência do Usuário. </p>
<p>O Kindle Fire tem uma proposta clara: conteúdo! E se isso já parece bom por motivos obvios, vou colocar outro ponto de vista que talvez passe desapercebido. </p>
<p>Confesso que há um tempo algo me incomoda. Tenho um monte de CDs, DVDs ocupando um espaço danado na minha casa. Você que lê este post provavelmente deve ter alguma temporada completa destes seriados de sucesso como Friends, House, Dexter, etc, que só assistiu uma vez na vida. Mas eu garanto que jogar fora você não vai. Por mais que você nunca mais veja estes seriados, nunca mais ouça as músicas dos seus CDs que já estão no seu iPod, ou nunca mais leia os livros da sua estante, uma coisa é fato: você não vai se desfazer destes objetos (ou se fizer fará com muita dor no coração). Eles já não são mais objetos de conteúdo. Agora eles têm duas outras funções: decorar o ambiente e contar a sua história. Você não se desfaz destes objetos porque está tão ligado a eles que é como se fizessem parte de você. </p>
<p>Mas se por um lado temos este apego, por outro, se pararmos para pensar bem, eles ocupam muito espaço desnecessariamente. Hoje em dia os lares são cada vez menores e não é incomum chegar uma hora que você para de adquirir estas coisas porque pensa que já tem muito na sua estante. Agora, imagine que você tem uma prateleira virtual onde você pode ver todos os seus CDs, Livros, Filmes, etc? Como não é físico não oculpa espaço. Sei que  com um Tablet ainda perdemos a questão de ter estes objetos como parte da decoração, mas não descarto o dia em que teremos uma tela gigante Touch Screen, do tamanho de uma estante na sala como nossa prateleira virtual de conteúdo infinito! Lindo&#8230; com reviews, comentários, anotações suas do que achou do filme, do que sentiu na hora, etc.</p>
<p>Não atoa no Kindle Fire tudo é prateleira. Até os aplicativos aparecem em prateleiras. E isso é o que me chamou mais atenção. </p>
<p>O Kindle tem um excelente Hardware. Mas, ao contrário dos abobalhados iPad Killers, o Hardware atende a um proposito: apresentar bem os filmes e rodar bem os jogos! O Kindle Fire não é só um Tablet assim como o iPad e o iPhone não são só o Hardware. Estamos falando da Amazon e do iTunes como provedores de conteúdo e no fundo é isso que conta! A experiência do usuário é o todo e não apenas as partes, é o conjunto e não fragmentos. Ao criar o Kindle Fire a Amazon tem a proposta de entregar ao usuário tudo que ele precisa a um preço convidativo. Isto é MUITO diferente de um Hardware caríssimo que o usuário não precisa porque o conteúdo é escasso. Que aprendam a lição: inovar não é ofercer mais capacidade de Hardware. </p>
<p><iframe width="500" height="284" src="http://www.youtube.com/embed/jUtmOApIslE" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Fama</title>
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		<pubDate>Sat, 24 Jul 2010 12:40:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pensamento]]></category>
		<category><![CDATA[fama]]></category>
		<category><![CDATA[pensamento]]></category>
		<category><![CDATA[reconhecimento]]></category>

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		<description><![CDATA[A fama no fim não é um problema. O problema está no meio para se chegar a este fim. Alguns famosos fizeram uma coisa muito boa; outros, uma coisa muito ruim. Alguns tiveram sorte; outros, foram fabricados. Apenas o primeiro grupo tem o meu reconhecimento e admiração. E se um dia eu fizer parte deste [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A fama no <strong>fim</strong> não é um problema. O problema está no <strong>meio</strong> para se chegar a este <strong>fim</strong>. Alguns famosos fizeram uma coisa muito boa; outros, uma coisa muito ruim. Alguns tiveram sorte; outros, foram fabricados. Apenas o primeiro grupo tem o meu reconhecimento e admiração. E se um dia eu fizer parte deste grupo, saberei automaticamente que fiz algo muito bom. </p>
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