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	<title>BeckLog: Beck Novaes&#039; Web Log &#187; Tecnologia</title>
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	<description>Blog pessoal do Beck Novaes</description>
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		<title>De tão ridículo, muitos jamais teriam feito o Twitter</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Jul 2010 12:59:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Sabe por que é difícil para os muitos técnicos inovarem? Porque eles olham o Twitter e dizem: isto é ridículo de fazer. Olham para o Youtube e dizem: isto é ridículo de fazer. Olham para qualquer boa solução e dizem com desdém: isto aí é meia dúzia de tabelas. E de tão ridiculo eles jamais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
			<a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.becklog.org%2F2010%2F07%2F21%2Fde-tao-ridiculo-muitos-jamais-teriam-feito-o-twitter%2F"><br />
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			</a>
		</div>
<p>Sabe por que é difícil para os muitos técnicos inovarem? Porque eles olham o Twitter e dizem: isto é ridículo de fazer. Olham para o Youtube e dizem: isto é ridículo de fazer. Olham para qualquer boa solução e dizem com desdém: isto aí é meia dúzia de tabelas. E de tão ridiculo eles jamais teriam feito se tivessem a oportunidade. São pessoas que têm conhecimento técnico, mas jamais apostam em idéias que elas julgam ridículas. </p>
<p>O irônico aqui é que o &#8220;ridículo&#8221; nada mais é do que a incapacidade de vislumbrar a oportunidade. Talvez o problema seja tentar &#8220;ser racional demais&#8221;. Muitas vezes grandes inovadores simplesmente sentem que possuem algo grande pela frente. As vezes eles nem conseguem explicar porque acreditam tanto na sua idéia. Creio que isso acontece porque nestes casos não é o &#8220;ser racional&#8221; que está no controle, mas sim, algo muito mais visceral (intuição?) na nossa estrutura cerebral.</p>
<p>A evolução levou anos para criar mecanismos que nos permitem tomar decisões importantes à nossa sobrevivência em milissegundos. Eu acredito que as vezes estes mesmos mecanismos atuam sobre algo que não podemos explicar, porém, sentimos que &#8220;vai ser sensacional&#8221;. Talvez por isso os criadores do Twitter não sabiam no que ele iria se tornar de verdade. Ao mesmo tempo em que algo visceral dizia a eles &#8220;isto vai ser sensacional&#8221; o &#8220;ser racional&#8221; tentava compreender, sem sucesso, o que havia de tão espetacular numa idéia tão simples. O grande mérito de muitos inovadores é não deixar o &#8220;ser racional&#8221; assumir o controle. Eles simplesmente fazem! </p>
<p><em>Vejam o que um dos criadores do Twitter disse em 2007:</em><br />
<a href="http://twitter.com/jack/statuses/5383980"><img src="http://www.becklog.org/wp-content/uploads/2010/07/tweet.png" alt="" title="Tweet de quem acredita" width="400" height="185"/></a><br />
<em>Muita diferença para quem vive falando em &#8220;ridículo&#8221;, não é mesmo?</em></p>
<p>Da mesma forma aquela sua idéia está na gaveta há tempos. Você sente que é algo bom, mas como seu ser racional ainda está em dúvida você não coloca em prática. E isto vai ser uma luta complicada, pois o &#8220;ser racional&#8221; é muito difícil de ser batido.</p>
<img src="http://www.becklog.org/?ak_action=api_record_view&id=699&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		<title>O Cliente é o Gerente: Quase nunca acontece</title>
		<link>http://www.becklog.org/2010/07/19/o-cliente-e-o-gerente-quase-nunca-acontece/</link>
		<comments>http://www.becklog.org/2010/07/19/o-cliente-e-o-gerente-quase-nunca-acontece/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 19 Jul 2010 17:37:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
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		<description><![CDATA[Qualquer semelhança com a realidade não é mera coincidência. Isto quase nunca acontece, não é mesmo? Este episódio foi editado. Aqui está o link para informações sobre o original no site da Fox.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
			<a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.becklog.org%2F2010%2F07%2F19%2Fo-cliente-e-o-gerente-quase-nunca-acontece%2F"><br />
				<img src="http://api.tweetmeme.com/imagebutton.gif?url=http%3A%2F%2Fwww.becklog.org%2F2010%2F07%2F19%2Fo-cliente-e-o-gerente-quase-nunca-acontece%2F&amp;style=normal" height="61" width="50" /><br />
			</a>
		</div>
<p>Qualquer semelhança com a realidade não é mera coincidência. Isto quase nunca acontece, não é mesmo? </p>
<p><script type='text/javascript' src='http://www.becklog.org/wp-content/plugins/hana-flv-player/flowplayer3/example/flowplayer-3.1.1.min.js'></script>
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			</script></p>
<p>Este episódio foi editado. <a href="http://www.thesimpsons.com/episode_guide/0215.htm">Aqui está </a>o link para informações sobre o original no site da Fox. </p>
<img src="http://www.becklog.org/?ak_action=api_record_view&id=659&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		<title>A Alienação Tecnologica e as Fábricas de Software</title>
		<link>http://www.becklog.org/2010/03/24/a-alienacao-tecnologica-e-as-fabricas-de-software/</link>
		<comments>http://www.becklog.org/2010/03/24/a-alienacao-tecnologica-e-as-fabricas-de-software/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 24 Mar 2010 16:56:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Uma boa empresa não é aquela que usa a tecnologia para construir Softwares, mas sim a que usa a tecnologia para destruir problemas. Talvez por isso muitas Fábricas de Software não são boas empresas.&#8221; Coloquei as frases acima no Twitter, mas acho que a reflexão merece mais do que um micro-post. Gosto também de duas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
			<a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.becklog.org%2F2010%2F03%2F24%2Fa-alienacao-tecnologica-e-as-fabricas-de-software%2F"><br />
				<img src="http://api.tweetmeme.com/imagebutton.gif?url=http%3A%2F%2Fwww.becklog.org%2F2010%2F03%2F24%2Fa-alienacao-tecnologica-e-as-fabricas-de-software%2F&amp;style=normal" height="61" width="50" /><br />
			</a>
		</div>
<p>&#8220;Uma boa empresa não é aquela que usa a tecnologia para construir Softwares, mas sim a que usa a tecnologia para destruir problemas. Talvez por isso muitas Fábricas de Software não são boas empresas.&#8221;</p>
<p>Coloquei as <a href="http://twitter.com/BeckNovaes/status/10981018194">frases acima no Twitter</a>, mas acho que a reflexão merece mais do que um micro-post. </p>
<p>Gosto também de duas outras frases cujo sentido apontam na mesma direção. A primeira, de autor desconhecido, é mais ou menos assim: &#8220;A Informática surgiu para resolver problemas que não existiam antes dela&#8221;.  A segunda, do Jamie Zawinsk, diz: &#8220;Ao ver um problema algumas pessoas poderiam pensar: &#8216;acho que posso resolver com regular expressions&#8217;. Agora elas têm dois problemas&#8221;. </p>
<p>O que todas estas frases têm em comum? Elas sintetizam bem a Alienação Tecnológica que as empresas e os profissionais de TI têm ajudado disseminar com bastante afinco &#8211; e que tem um pouco a ver com o que tenho falado <a href="http://www.becklog.org/2009/08/06/ti-centrismo-vs-usuario-centrismo/">aqui</a> e <a href="http://www.becklog.org/2009/08/31/trade-off-com-foco-no-valor-agregado/">aqui</a>. </p>
<p>A Alienação Tecnologica é a utilização da tecnologia como um fim em si e não como um meio para a solução de problemas. Em outras palavras, o pessoal de TI começa com o intuito de resolver um problema do mundo real, mas acaba voltando as prioridades para um código fonte, uma arquitetura, um banco de dados, um Design Pattern, uma técnica nova ou uma documentação os deixam felizes, mas não o usuário. Isso acontece porque no meio do caminho estas pessoas de TI estavam tão preocupadas com o <a href="http://www.becklog.org/2009/08/06/ti-centrismo-vs-usuario-centrismo/">TI-Centrismo</a> que já não sabem mais o que realmente importa. E não estou falando apenas da burocracia que os movimentos ágeis tão na moda atualmente estão tentando derrubar. Estou falando daqueles casos (não raros) onde as pessoas pouco se importam com a utilização de fato do Software pois seus artefatos (código, arquitetura, Banco, etc) são seu motivo de orgulho.</p>
<p>Por inúmero fatores isso acontece com muitas Fábricas de Software. Aliás, vamos pensar por um instante sobre o termo Fábrica. Qualquer tipo de fábrica, exceto a de Software, é definida por uma linha de montagem que produz algo que já existe (escopo mais que fechado e técnicas já conhecidas e testadas). Mas as Fábricas de Software são as únicas Fábricas que precisam produzir algo que ninguém sabe o que é ainda.</p>
<p>A Fábrica de Software é, em minha opinião, uma tentativa exagerada de industrializar ao extremo algo que por natureza têm muitos elementos que tendem a ser &#8220;artesanais&#8221; (soluções específicas para problemas específicos). Não estou dizendo que não devemos ter métodos e técnicas que facilitem este processo, mas voltando ao início do post, o problema é quando estas técnicas e métodos passam a ter razão de existir em si: a Fábrica fabrica o que não se conhece, mas o que importa é algo foi entregue. </p>
<p>Isto é como se a Ford se orgulhasse mais do seu processo de produção do que dos carros que as pessoas compram por escolha própria. Um engenheiro ou o Designer de carros da Ford deve se orgulhar ao ver as pessoas passeando em seus carros pelas ruas do mundo. Por outro lado, muitos profissionais de TI se contentam com algo que só eles conseguem enxergar. Isso é ou não é um caso evidente de alienação?</p>
<img src="http://www.becklog.org/?ak_action=api_record_view&id=608&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>O Imersão Adobe Flex começa neste sábado</title>
		<link>http://www.becklog.org/2009/11/05/o-imersao-adobe-flex-comeca-neste-sabado/</link>
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		<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 16:04:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Se você ainda está com dúvida em fazer ou não este Treinamento, talvez o vídeo abaixo possa ajudar:]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
			<a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.becklog.org%2F2009%2F11%2F05%2Fo-imersao-adobe-flex-comeca-neste-sabado%2F"><br />
				<img src="http://api.tweetmeme.com/imagebutton.gif?url=http%3A%2F%2Fwww.becklog.org%2F2009%2F11%2F05%2Fo-imersao-adobe-flex-comeca-neste-sabado%2F&amp;style=normal" height="61" width="50" /><br />
			</a>
		</div>
<p>Se você ainda está com dúvida em fazer ou não <a href="http://egenial.com.br/imersao-flex/como.html">este Treinamento</a>, talvez o vídeo abaixo possa ajudar:</p>
<p><embed src="http://blip.tv/play/gs0fgazlLgA" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="310" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></p>
<img src="http://www.becklog.org/?ak_action=api_record_view&id=503&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		<title>O usuário que se foda!</title>
		<link>http://www.becklog.org/2009/07/10/o-usuario-que-se-foda/</link>
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		<pubDate>Fri, 10 Jul 2009 15:40:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Minha filosofia: mais importante do que saber o que implementar é saber o que não implementar para não perder tempo. Se eu entendo que têm coisas que raramente acontecem eu deixo pra lá. Quando acontecer? O usuário que se foda! Não que eu não me importe com o usuário. Muito pelo contrário. Eu só deixo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
			<a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.becklog.org%2F2009%2F07%2F10%2Fo-usuario-que-se-foda%2F"><br />
				<img src="http://api.tweetmeme.com/imagebutton.gif?url=http%3A%2F%2Fwww.becklog.org%2F2009%2F07%2F10%2Fo-usuario-que-se-foda%2F&amp;style=normal" height="61" width="50" /><br />
			</a>
		</div>
<p>Minha filosofia: mais importante do que saber o que implementar é saber o que não implementar para não perder tempo. Se eu entendo que têm coisas que raramente acontecem eu deixo pra lá. Quando acontecer? O usuário que se foda! </p>
<p>Não que eu não me importe com o usuário. Muito pelo contrário. Eu só deixo de fazer estas coisas que acontecem raramente para focar em coisas que acontecem com freqüência. No fundo, estou pensando em atender o usuário na maioria dos casos &#8211; o que realmente vai fazer diferença para ele no seu dia-a-dia. Não existe o Software perfeito e o usuário vai me xingar de qualquer forma. Mas não vai xingar a maior parte do tempo (porque a app ficou ruim pois perdi tempo desenvolvendo para a exceção). Ela vai me xingar só na hora da exceção. </p>
<p>O problema? O pessoal de TI vive desenvolvendo software para a exceção sem ao menos questionar a importância da exceção. Mas a exceção adiciona complexidade ao Software em todos os sentidos. Você vai levar mais tempo para fazer e muitas vezes vai ter uma usabilidade ruim para os casos que não são exceção&#8230; ou seja, para a maioria dos casos, justamente onde a usabilidade deveria ser boa. Neste caso, se você tiver mesmo que tratar a exceção faça isto a parte. Não prejudique 99% da usabilidade do seu software por causa do 1%. Se a usabilidade tiver que ficar ruim que fique no caso do 1%. Enfim, trate exceção como exceção, ou melhor, não trate&#8230; acredide, muitas vezes você não precisava lê-lo feito.</p>
<p>Pense nos Softwares que vocês usam. Quantas vezes não conseguimos fazer determinadas coisas? Isto é a Apple e a Microsoft falando &#8220;foda-se!&#8221; para nós usuários. Eles também não tratam todas as exceções. Por que nós, pobres mortais, temos esta ficção nisto? A minha dica é: Mesmo que o usuário bata o pé, se você estiver confiante que não precisa tente postergar. Deixe para fazer por ultimo. No meio do caminho faça coisas bem melhores, coisas que vão desviar a atenção dele. Acredite, lá no final o usuário não vai nem lembrar daquelas besteiras que ele pensava que eram importantes.</p>
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		<title>05/06/2004: Meu primeiro post sobre Flex</title>
		<link>http://www.becklog.org/2008/11/13/05062004-meu-primeiro-post-sobre-flex/</link>
		<comments>http://www.becklog.org/2008/11/13/05062004-meu-primeiro-post-sobre-flex/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 13 Nov 2008 11:53:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8220;Se a primeira impressão é realmente a que fica, a Macromedia tem com o Flex mais um excelente produto.&#8221; O trecho acima foi extraído do meu primeiro post sobre Flex feito em um blog que eu tinha naquela época e que nem existe mais. Mas graças ao Internet Achive aqui você pode conferir o post [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
			<a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.becklog.org%2F2008%2F11%2F13%2F05062004-meu-primeiro-post-sobre-flex%2F"><br />
				<img src="http://api.tweetmeme.com/imagebutton.gif?url=http%3A%2F%2Fwww.becklog.org%2F2008%2F11%2F13%2F05062004-meu-primeiro-post-sobre-flex%2F&amp;style=normal" height="61" width="50" /><br />
			</a>
		</div>
<p>&#8220;Se a primeira impressão é realmente a que fica, a Macromedia tem com o Flex mais um excelente produto.&#8221;</p>
<p>O trecho acima foi extraído do meu primeiro post sobre Flex feito em um blog que eu tinha naquela época e que nem existe mais. Mas graças ao <a href="www.archive.org">Internet Achive</a> <a href="http://web.archive.org/web/20040829162320/http://www.oanseio.blogger.com.br/">aqui você pode conferir o post na integra</a>. (Devido os estilos CSS algumas palavras que tem links não aparecem. Mas basta selecionar o texto para perceber que elas estão lá.)</p>
<img src="http://www.becklog.org/?ak_action=api_record_view&id=172&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>O Flex/Flash não é Web Standard. Mas isto é necessariamente ruim?</title>
		<link>http://www.becklog.org/2008/10/28/o-flexflash-nao-e-web-standard-mas-isto-e-necessariamente-ruim/</link>
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		<pubDate>Tue, 28 Oct 2008 13:20:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[RIA]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Muitos criticam as RIAs da Plataforma Flash por não serem RIAs que seguem os padrões Web (Web Standard). Mas eu tenho a impressão que se olharmos esta questão com mais cuidado vamos concluir que justamente por não seguir os padrões estas RIAs possuem a tendência de serem muito mais viáveis que as RIAs que utilizam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
			<a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.becklog.org%2F2008%2F10%2F28%2Fo-flexflash-nao-e-web-standard-mas-isto-e-necessariamente-ruim%2F"><br />
				<img src="http://api.tweetmeme.com/imagebutton.gif?url=http%3A%2F%2Fwww.becklog.org%2F2008%2F10%2F28%2Fo-flexflash-nao-e-web-standard-mas-isto-e-necessariamente-ruim%2F&amp;style=normal" height="61" width="50" /><br />
			</a>
		</div>
<p>Muitos criticam as RIAs da <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Flash_Platform">Plataforma Flash</a> por não serem RIAs que seguem os padrões Web (Web Standard). Mas eu tenho a impressão que se olharmos esta questão com mais cuidado vamos concluir que justamente por não seguir os padrões estas RIAs possuem a tendência de serem muito mais viáveis que as RIAs que utilizam os padrões. Vejamos por quê.</p>
<p><strong>1. ActionScript</strong></p>
<p>Apenas recentemente o ActionScript apareceu entre as <a href="http://www.tiobe.com/index.php/content/paperinfo/tpci/index.html">20 linguagens de programação mais usadas</a>. Quando eu falo nos treinamentos de Flex que as pessoas tem que usar uma &#8220;nova linguagem&#8221; muitos torcem o nariz. Mas primeiro é preciso ressaltar que o AcionScript foi desenvolvido respeitando os mesmos padrões (<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/ECMA_Script#Dialects">ECMAScript</a>) que o JavaScript &#8211; o que diminui a curva de aprendizado. No entanto o ActionScript não é JavaScript e se no curto prazo isto pode parecer um problema (ter que aprender uma nova linguagem) no médio prazo você verá que isto é um grande benefício. </p>
<p>Quem já teve a oportunidade de usar o Browser do Google deve ter percebido o quanto algumas aplicações rodam mais rápido. Isto se deve ao fato do JavaScript ser &#8220;pré-compilado&#8221; no Chrome <a href="http://">depois do primeiro acesso</a>. Em outras palavras, parece que só agora as empresas estão percebendo que para aplicações complexas interpretar o JavaScript já não é mais viável. No entanto, o ActionScript, que já é compilado há muito tempo, <a href="http://www.oddhammer.com/actionscriptperformance/set4/"> continua sendo infinitamente mais rápido</a> que o JavaScript no Firefox, no Internet Explorer e no Opera.</p>
<p>Além disso, o ActionScript 3 é muito mais Orientado a Objetos e já tem suporte total ao <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/E4x">E4X</a>, funcionalidades estas que ainda aparecerão no JavaScript um dia (ninguém sabe quando). O fato é que é muito mais fácil para a Adobe introduzir novas funcionalidades no ActionScript do que uma nova versão do JavaScript ser aprovada e todos os browsers a suportarem. </p>
<p><strong>2. W3C</strong></p>
<p>Assim como deve demorar para o Firefox, o Internet Explorer, o Chrome, o Opera, e outros browsers suportarem a versão mais recente do JavaScript demora para eles suportarem a versão mais recente do HTML e outros padrões. Eu não sei se você sabe, mas para um conjunto de tags no HTML ser aprovado leva um bocado de tempo. <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/W3C_recommendation">São quatro fases até alguma coisa ser finalmente recomendada pelo W3C</a>. Isto quer dizer que por mais que as novas Rich Internet Appications exijam novas funcionalidades elas só se tornarão realidade na medida em que o W3C for mais ágil na evolução dos padrões.</p>
<p>No caso da Adobe é diferente. Ela controla o SWF e pode adicionar novas funcionalidades muito antes do W3C. Inclusive, <a href="http://www.youtube.com/watch?v=2shiRmpdacs&#038;feature=related">funcionalidades que talvez nunca existam nos padrões Web</a>. </p>
<p><strong>3. Flash Player</strong></p>
<p>Se o usuário quiser ver um vídeo no HTML sem ser Flash Vídeo você estará dependendo do Windows Media Player ou do Quick Time ou de outro formato de vídeo qualquer se é que eles existem ainda. Além disso, pode acontecer dele ter o Windows Media Player mas não ter o Codec. Quer coisa mais chata do que isso? No Flash Player o usuário tem áudio e vídeo integrado. Ele não precisa de outro player nem um codec específico porque ele já tem o Flash Player. </p>
<p>Agora, imagine também que você pode compartilhar com segurança bibliotecas de Interface de Usuário entre aplicações mesmo elas estando em diferentes domínios. Imagine também poder persistir objetos complexos nos Cookies além de simples strings. Imagine também poder fazer duas interfaces de usuário conversarem entre si de uma maneira segura mesmo estando em diferentes domínios. Eu estou falando de Runtime Shared Library, Shared Objects e Local Connection. Tudo isto são funcionalidades desejáveis para atender alguns requisitos das Rich Internet Applications que você não tem com os padrões Web mas tem na Flash Platform.</p>
<p><strong>4. FXG vs. SVG</strong></p>
<p>A próxima novidade da Adobe que fará muita gente torcer o nariz é o FXG (Flex Graphics). Em muitos sentidos FXG faz o mesmo que o SVG. E o motivo pelo qual a Adobe resolveu não seguir este padrão pode ser <a href="http://www.andersblog.com/archives/2008/09/flash_on_the_be.html">lido na integra aqui</a>. </p>
<p>Falando de forma resumida, a Adobe resolveu não usar o SVG porque ele é limitado demais para o que a Adobe quer oferecer de funcionalidade nas RIAs da Flash Platform. O FXG vai permitir tirar melhor proveito do Data Binding, terá uma sintaxe mais concisa e poderá tirar bom proveito das novas funcionalidades do Flash Player 10 como o 3D. </p>
<p>Enfim, creio que a Adobe fez muito bem em não adotar o SVG dada a lentidão que os padrões evoluem. Para se ter uma idéia o SVG está em desenvolvimento desde 1999 e ainda tem um <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Svg#Support_for_SVG_in_web_browsers  ">suporte muito fraco nos browsers</a>. O SVG mal foi adotado e já está ultrapassado.</p>
<p><strong>Conclusão</strong></p>
<p>Equipes extremamente talentosas como a do Google podem desenvolver boas RIAs viáveis usando os padrões Web. Mas sabemos que no mundo real as coisas não são bem assim. </p>
<p>É verdade  que as RIAs da Plataforma Flash tem uma grande empresa no controle e isto incomoda muita gente. Parece que num mundo onde grande parte das coisas funcionam com base na confiança as pessoas de TI ainda vivem na utopia de que a tecnologia deve ser &#8220;imparcial&#8221; em si. Por isto, elas tem medo de que grandes empresas estejam no &#8220;controle&#8221; de determinadas tecnologias. Tal medo nas pessoas é até justificável. O problema é que vem a mente uma série de &#8220;e se&#8221; que por medo as fazem recusar algo que não é necessariamente ruim: &#8220;e se a Adobe resolver não dar mais suporte ao Flash Player&#8221;; &#8220;e se a Adobe resolver cobrar pelo uso do Flash Player&#8221;, etc. Bem, ao invés de me preocupar com estas hipóteses baseadas no medo eu prefiro me voltar para os indícios. E nos últimos quatro anos eu não vi muitos indícios capazes de me fazer acreditar nestes &#8220;e se&#8221;. Mas vejo sim o W3C lento demais para saciar a minha sede de desenvolver boas RIAs viáveis. Seria perfeito poder desenvolver boas RIAs viáveis utilizando só os padrões Web. Mas infelizmente o mundo não é perfeito.</p>
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		<title>O que é Design de Interação?</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Sep 2008 12:21:28 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Imaginem se todos tivessem esta didática excepcional para explicar as coisas. Este vídeo do Bill Verplank está no CD do livro Designing Interactions.]]></description>
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<p>Imaginem se todos tivessem esta didática excepcional para explicar as coisas.</p>
<p><object width="425" height="350"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/C3rxCLhzmXY"></param> <embed src="http://www.youtube.com/v/C3rxCLhzmXY" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350"></embed></object></p>
<p><a href="http://www.designinginteractions.com/interviews/BillVerplank">Este vídeo do Bill Verplank</a> está no CD do livro <a href="http://www.designinginteractions.com/">Designing Interactions</a>. </p>
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		<title>O Melhor Cartoon de Programação</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Sep 2008 19:28:19 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Para quebrar a rotina dos meus posts geralmente longos, esta eu peguei no Stackoverflow. Excelente!]]></description>
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<p>Para quebrar a rotina dos meus posts geralmente longos, esta eu peguei no <a href="http://stackoverflow.com/">Stackoverflow.</a></p>
<p><img src="http://www.jeffpalm.com/fox/fox.jpg" alt="Programming Cartoon" /></p>
<p>Excelente! </p>
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		<title>Por que muitos gerentes são uns bostas?</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Sep 2008 11:47:09 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Que tem muito gerente incompetente, assim como muitos &#8220;subordinados&#8221;, todo mundo já sabe. Mas, o que eu quero entender é o meio e não o fim. Quero entender é porque a maioria dos gerentes de TI são uns bostas. Ao contrário do que você pode pensar isto não é um desabafo. Já tive contato com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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<p>Que tem muito gerente incompetente, assim como muitos &#8220;subordinados&#8221;, todo mundo já sabe. Mas, o que eu quero entender é o meio e não o fim. Quero entender é porque a maioria dos gerentes de TI são uns bostas. Ao contrário do que você pode pensar isto não é um desabafo. Já tive contato com muito gerente bosta, mas enquanto escrevo este texto não penso em nenhum deles. Na realidade o que me motiva escrever este texto é um receio que um dia eu jogue neste time. E porque isto também pode acontecer com você, tentarei criar um cenário que tenta explicar alguns dos motivos pelo qual isto acontece.</p>
<p>Tudo começa quando você decide fazer um curso de exatas. Você toma esta decisão porque odeia os assuntos relacionados a humanas. Você, provavelmente odeia ler e quando pega um livro vai direto aos exemplos. Você só quer ver código e acha que tudo mais além disso é desnecessário. </p>
<p>Os anos passam e agora você é um bacharel em Ciência da Computação que mesmo depois da faculdade continuou atuando de modo a aprimorar suas competências técnicas. As pessoas respeitam você como técnico e é notável como você se destaca no time. E justamente por estar acima da média, justamente por estar se destacando dos demais, a empresa decide que você merece reconhecimento. Então você se torna gerente. </p>
<p>Saem os Design Patterns, a OOP, o Refactoring e entra a liderança, a comunicação e a criatividade. Oras, isto tudo não teria mais a ver com humanas? Isto é justamente aquilo que você deixou de lado pois sabia que não tinha aptidão. Mas você não pode dizer não para esta proposta e deixar de ganhar mais do que você ganha como técnico, não é mesmo? Quem sabe você, além de ser um bom técnico, é um líder criativo que se comunica muito bem com as pessoas, não é mesmo?! </p>
<p>Bem, no início os seus subordinados respeitam você. Afinal de contas você conquistou este respeito enquanto você era um deles. Sempre que é preciso falar de coisas técnicas você ainda agrega muito à equipe. O problema é que você continua agregando valor muito mais como um técnico do que como um gerente. E quando surgem os primeiros problemas nos quais você deveria exercer sua capacidade de liderança você falha. Ao falhar repetidas vezes a equipe vai tendo a impressão de que você não faz nada como gerente. </p>
<p>Os anos passam e você não investe em aprender a ser um bom gerente porque os livros que falam disso são chatos: eles não tem código. Além do mais você odeia ler. Mas você acredita que chegou aonde está por méritos próprios e é muito orgulhoso para reconhecer que precisa recomeçar do zero. Também não lhe sobra tempo para se atualizar no mesmo ritmo que a sua equipe técnica evolui e aquele respeito que eles tinham por você desaparece. Neste momento você já não agrega valor nem como técnico nem como gerente. Então as pessoas começam a comentar pelos corredores que você de fato é um bosta que não sabe o que fala e que não faz nada.</p>
<p>Moral da história: ao te nomear como gerente a empresa não sabia que estava tomando uma decisão duplamente equivocada. A empresa não sabia que estava perdendo um excelente técnico e ganhando um péssimo gerente. Você é bom de exatas, mas agora ocupa um cargo onde saber resolver uma equação diferencial não faz a menor diferença.</p>
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